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17 de jan. de 2012

Cidade possui duas ciclovias e mais de 10 km de ciclofaixas











Ciclista utiliza a ciclofaixa na Rua 2, no Centro. Cidade possui mais de 10.780 metros de ciclofaixas


Ednéia Silva



Incentivar o uso de bicicletas tem sido uma medida adotada por vários municípios paulistas, como forma de reduzir a quantidade de veículos nas ruas e incentivar a prática de atividade física. Santos e Sorocaba, por exemplo, estão entre os principais modelos cicloviários do Estado de São Paulo. Sorocaba tem investido pesado nesse meio de transporte desde 2006. A cidade já construiu e colocou em operação 75 dos 100 quilômetros de ciclovias que pretende construir até o fim deste ano.



A malha cicloviária possui sinalização, bicicletários em terminais de ônibus e paraciclos. As novas ruas e avenidas construídas na cidade são projetadas com espaço reservado para as ciclovias. As antigas foram adaptadas. Para atrair o usuário, a prefeitura investe em campanhas de conscientização sobre os benefícios da bicicleta.



Em Santos, a construção de ciclovias começou em 1990. Hoje, são quase 30 km construídos e outros ainda em construção. A prefeitura calcula que o uso de bicicleta representa 8% de todas as locomoções feitas na cidade.



Em Rio Claro, apesar da quantidade de bicicletas, são apenas duas ciclovias: uma na Avenida Brasil com cerca de 3.200 metros de extensão e outra na Estrada Velha que dá acesso aos bairros Bonsucesso e Novo Wenzel com mais de 1.900 metros.



No entanto, desde junho do ano passado a prefeitura vem investindo na construção de ciclofaixas no município. O serviço teve início na região central e está migrando para os bairros. Motivo de polêmica e de críticas na época, hoje as ciclofaixas são mais utilizadas e respeitadas por motoristas, ciclistas e pedestres.



"As pessoas que utilizam a ciclofaixa têm se manifestado de forma positiva e elogiado a iniciativa da prefeitura. Vários trechos de ciclofaixas foram interligados atendendo a solicitação dos ciclistas", comenta a equipe técnica da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Sistema Viário.



De acordo com a secretaria, atualmente Rio Claro possui mais de 10.780 metros de faixas exclusivas para ciclistas. A secretaria explica que a implantação está sendo feita de maneira gradativa de forma a oferecer melhores condições de tráfego para ciclistas, veículos e pedestres.



"O município possui aproximadamente 140 mil bicicletas e aproximadamente 40 mil deslocamentos diários são feitos utilizando bicicletas. Cerca de 20% da população utiliza bicicletas para se locomover, trabalhar e lazer", informa a secretaria.


Fonte: http://jornalcidade.uol.com.br
Fonte: Jornal Cidade Rio Claro
Foto: www.jornalcidade.net
Texto:Ednéia Silva
Data:
17/01/2012
Hora:
20:25

16 de nov. de 2011

Quando a bike vira arte.

O que você faz com aquelas peças da sua bicicleta que você não usa mais? Algumas pessoas doam, outras trocam por outras peças, ou ainda dão como parte de pagamento na compra de uma peça nova. Raro, mas isso pode acontecer.
Já o arquiteto, André Assi, ou Dedé Assi, 36 anos, morador de Mogi das Cruzes em São Paulo, faz arte com essas peças.
André ganhou sua primeira magrela aos 4 anos de idade, e desde então nunca mais parou de pedalar. Já participou de várias competições, mas o que o motiva a pedalar é “a sensação de liberdade, a adrenalina do perigo e o desafio físico e mental, além de curtir a natureza e a companhia dos meus amigos!”, diz.









André Assi com seus brinquedinhos.






Mas foi sob a influência de um amigo ciclista, que André começou a fazer esculturas com peças de bicicletas. “Eu comecei a fazer esculturas influenciado pelo meu amigo Ricardo Simões quando vi o que ele tinha feito com as peças quebradas da bike eu pensei logo em fazer uma também, pois eu tinha várias peças quebradas em casa que eu fui guardando ao longo dos tempos como se o meu subconsciente já soubesse o que fazer com tudo aquilo que tinha guardado.
Acompanhe a entrevista completa clicando aqui: Clique Aqui

Fonte: http://pedevela.blogspot.com/
Foto: André Assi
Texto:
Tânia Carmonario
Republicado por: Bike Pesquisa-SP

27 de out. de 2011

Ciclofaixa da Marechal Floriano fará conexão metropolitana













A ciclofaixa será toda pintada em vermelho, terá sinalização especial e vai separar ciclistas dos motoristas Foto: Lucília Guimarães/SMCS

A nova ciclofaixa da avenida Marechal Floriano Peixoto, que terá o início das obras em novembro, vai possibilitar a ligação de três municípios da Região Metropolitana: São José dos Pinhais, Almirante Tamandaré e Fazenda Rio Grande, passando pelo Centro e pelo extremo Sul de Curitiba.

A ciclofaixa da Marechal Floriano terá 8 quilômetros (4 km de cada lado da Avenida), desde o viaduto da Linha Verde até a divisa com São José dos Pinhais. Na primeira etapa de obras a ciclofaixa fará a ligação da Linha Verde até o Terminal Carmo.

Para fazer a integração com municípios vizinhos, partindo do Boqueirão, próximo do limite com São José dos Pinhais, quem usar a ciclofaixa sentido Centro, por exemplo, poderá acessar também a ciclovia compartilhada da Rua Aluizio Finzetto, seguindo pelas ruas João Negrão, Conselheiro Laurindo, Mariano Torres para chegar ao Centro.

Seguindo adiante, o ciclista poderá ir até a Barreirinha pelas ciclovias já existentes, e chegar à divisa de Almirante Tamandaré. É um trajeto de 18,3 km de extensão.

No sentido sul, a partir do terminal do Carmo, pela ciclofaixa, o ciclista poderá utilizar as calçadas compartilhadas da Waldemar Loureiro de Campos e da Francisco Derosso em direção à nova ciclovia da Eduardo Pinto da Rocha. Lá chegará às calçadas compartilhadas da Nicola Pelanda, no Umbará, podendo fazer a conexão com a estrada municipal Fazenda Rio Grande até a divisa com o município vizinho no extremo sul, num percurso de 15,5 km.

A ciclofaixa será toda pintada em vermelho, terá sinalização especial e vai separar ciclistas dos motoristas. A outra etapa será feita com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) a Copa, com previsão de ser licitada ainda em outubro.

Capilaridade – Dentro dos limites de Curitiba, os 120 quilômetros de malha cicloviária conectam a cidade de ponta a ponta. São ligações que vão do bairro Cachoeira, no extremo Norte ao Pinheirinho, no Sul, ou do Capão da Imbuia, no Leste ao Orleans, no Oeste.

A malha cicloviária curitibana é maior que a soma das ciclovias de três grandes capitais brasileiras: Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte. Na infraestrutura para o trânsito de bicicletas, a capital paranaense está à frente de São Paulo, que tem 47,2 km de ciclovias, Belo Horizonte com seus 30 km e Porto Alegre, com 7,8 quilômetros.

Para chegar a um número equivalente à quilometragem de pistas para bicicletas implantadas em Curitiba é necessário somar as malhas cicloviárias de Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte e incluir na conta os 36,9 quilômetros existentes em Florianópolis.

O resultado da somatória é 121,9 km de vias para bicicletas considerando o que existe nas capitais gaúcha, paulista, mineira e catarinense, número praticamente igual ao que Curitiba, sozinha, oferece aos seus habitantes. O cálculo leva em conta a malha cicloviária implantada nessas capitais, sem considerar o que está em obras.

Obras - Incluindo na conta as ciclovias em obras nessas cidades, Curitiba ainda tem a maior extensão em vias cicláveis na comparação direta entre as capitais. Em Porto Alegre, por exemplo, são 7,8 km de ciclovias implantadas e 9,4 km em implantação até 2012. Em São Paulo existem 47,2 km de ciclovias de uso restrito a bicicletas, 15 quilômetros das chamadas rotas de bicicletas e 45 km de ciclofaixas de lazer que funcionam aos domingos e feriados. Belo Horizonte tem 30 km implantados e 15 km de ciclovias em obras e Florianópolis tem 36,9 km de ciclovias.

A Prefeitura está construindo novas vias para o trânsito de bicicletas, entre ciclovias, ciclofaixas, e calçadas compartilhadas. Gradativamente a malha cicloviária está sendo ampliada para atingir, ao longo dos anos, a meta de 400 quilômetros prevista no Plano Diretor Cicloviário.



Fonte: http://agoraparana.uol.com.br/
Foto: Lucília Guimarães/SMCS
Texto: Redação
Republicado por: Bike Pesquisa - SP
Data: 27/10/2011
Hora: 18:50

5 de mai. de 2011

As bicicletas no mundo dos negócios.

20 de jul. de 2010

Momento Monster Bike!!

18 de fev. de 2010

Chinês desenvolve bicicleta anfíbia




















O chinês Li Weiguo desenvolveu uma bicicleta anfíbia, capaz de passar de lagos para estradas com a maior naturalidade. O veículo possui uma engenharia simples e barata, que pode ser feita em casa pelos mais habilidosos. A bike adaptada ganhou oito garrafões de água nas laterais, que garantem a flutuação, e pequenas pás na roda de trás, responsáveis pelo deslocamento.


Veículos anfíbios não são novidades. Carros, aviões e até quadriciclos já foram desenvolvidos pensando em permitir o deslocamento em terra e água pelo mesmo veículo. Os projetos, porém, sempre encontraram dificuldades para serem postos em prática. Seja pelo alto custo ou pela falta de viabilidade, eles sempre terminaram engavetados. A novidade do chinês Li Weiguo pode ser uma alternativa a esse problema.

Acompanhe o restante dessa matéria em:

http://ciclovencaourbana.blogspot.com/2010/02/chines-desenvolve-bicicleta-anfibia.html


Caro Internauta! Após um belo projeto de aperfeiçoamento quanto a essa idéia, não tenho nenhuma dúvida referente ao sucesso desse produto no brasil! Por: Gilmar Cardoso (Bike Pesquisa)



Fonte : http://ciclovencaourbana.blogspot.com/2010/02/chines-desenvolve-bicicleta-anfibia.html
Informações compartilhadas/dia: 15/02/10





4 de out. de 2009

Um modelo diferente.

Foto de nosso colaborador: Yochio cubo.


Essa é mais uma das tantas modificações
em que mestre yochio se destaca no mundo
da bike......



(Por: Gilmar Cardoso)

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