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3 de set. de 2012
17 de mar. de 2012
Membros da gestão Alckmin propõem imposto extra à gasolina

Membros da gestão Geraldo Alckmin, no Estado de São Paulo, propuseram a criação de um tributo extra aos motoristas que conduzem veículos movidos a gasolina. O plano foi aprovado unanimemente no último mês no Consema (Conselho Estadual do Meio Ambiente), que é presidido pelo Secretário do Meio Ambiente, Bruno Covas. O objetivo seria sobretaxar os usuários do combustível, mais poluente que os movidos a etanol, e estimular o uso da bicicleta como meio de transporte. O imposto bateria na casa dos RS 15-25 anuais e seria cobrado juntamente ao IPVA. Estima-se que a medida, que precisa do aval do governador para ir à Assembleia, atingiria cerca de 4,2 milhões de carros, o que representaria uma verba, por ano, de R$ 105 milhões, os quais seriam aplicados em campanhas e projetos de incentivo ao uso das bicicletas. A informação é do jornal Folha de São Paulo.
A medida já foi bem aceita por órgãos representantes da sociedade civil, como OAB e Fiesp; se aprovada, a lei da "ciclofaixa", como também é chamada, deverá ser incorporada ao Plano de Controle da Poluição Veicular (PCPV). No entanto, a aprovação do Consema não implica a aplicação imediata do plano, segundo avalia o engenheiro Marcelo Pereira Bales, gerente do setor de avaliação de programas de transporte da Cetes (Companhia Ambiental de São Paulo, a agência estatal responsável pelo controle e licenciamento de atividades geradoras de poluição). Na opinião de Bales, a medida precisa contar com o apoio de vozes de fora da área ambiental e, estima, deve demorar para ser implantada. "O fenômeno da bicicleta está ocorrendo, o assunto fervilha na sociedade", afirmou ao jornal, concedendo ao valor da ideia na sociedade.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/
Data:17/03/2012
Texto: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5670225-EI8139,00.html
Hora:07:50
Foto: Arquivo Bike Pesquisa
2 de mar. de 2012
Capital paulista ganha duas novas ciclofaixas em março
Vias estarão nas zonas norte e leste e funcionarão aos domingos e feriados
Do R
7
Do R
7Felipe Rau/AE
Ciclistas passeiam por trecho da ciclofaixa que faz a ligação do Parque do Povo, no Itaim, ao Parque Villa-Lobos, na zona oeste de São Paulo
.
A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) vai inaugurar em março duas novas ciclofaixas de lazer nas zonas leste e norte de São Paulo. Nesta última região, a via sinalizada para ciclistas tem abertura prevista para o dia 4 de março e vai ligar a praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira ao Sesc Santana, permitindo também o acesso ao Parque da Juventude.
Já em 25 de março, começa a funcionar a ciclofaixa de lazer da zona leste, com 14 km de extensão (7 km em cada sentido). Ela será implantada ao longo da avenida Governador Carvalho Pinto, onde está o parque linear Engenheiro Werner Zuluaf – Tiquatira. A via com sinalização para ciclistas também passará pelas avenidas Dom Hélder Câmara e Calim Eid.
As ciclofaixas serão ativadas somente aos domingos e feriados nacionais, das 7h às 16h. De acordo com a CET, os novos passeios para ciclistas “têm com principal objetivo oferecer uma opção de lazer saudável à população”.
Em breve, ainda segundo a companhia, também será estreado a ciclovia Braz Leme, na zona norte de São Paulo. Diferente da ciclofaixa, esse tipo de caminho para ciclistas está totalmente segregado das demais pistas para veículos
Neste caso, a ciclovia está sendo construída ao longo do canteiro central da avenida Braz Leme, desde a rua Marambaia até a avenida Santos Dumond. O circuito tem 6 km de pistas próprias bidirecionais e vai preservar o passeio destinado às caminhadas que já existe.
Ciclistas passeiam por trecho da ciclofaixa que faz a ligação do Parque do Povo, no Itaim, ao Parque Villa-Lobos, na zona oeste de São Paulo
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A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) vai inaugurar em março duas novas ciclofaixas de lazer nas zonas leste e norte de São Paulo. Nesta última região, a via sinalizada para ciclistas tem abertura prevista para o dia 4 de março e vai ligar a praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira ao Sesc Santana, permitindo também o acesso ao Parque da Juventude.
Já em 25 de março, começa a funcionar a ciclofaixa de lazer da zona leste, com 14 km de extensão (7 km em cada sentido). Ela será implantada ao longo da avenida Governador Carvalho Pinto, onde está o parque linear Engenheiro Werner Zuluaf – Tiquatira. A via com sinalização para ciclistas também passará pelas avenidas Dom Hélder Câmara e Calim Eid.
As ciclofaixas serão ativadas somente aos domingos e feriados nacionais, das 7h às 16h. De acordo com a CET, os novos passeios para ciclistas “têm com principal objetivo oferecer uma opção de lazer saudável à população”.
Em breve, ainda segundo a companhia, também será estreado a ciclovia Braz Leme, na zona norte de São Paulo. Diferente da ciclofaixa, esse tipo de caminho para ciclistas está totalmente segregado das demais pistas para veículos
Neste caso, a ciclovia está sendo construída ao longo do canteiro central da avenida Braz Leme, desde a rua Marambaia até a avenida Santos Dumond. O circuito tem 6 km de pistas próprias bidirecionais e vai preservar o passeio destinado às caminhadas que já existe.
Fonte: http://noticias.r7.com/
Foto: Felipe Rau/AE
Texto: http://noticias.r7.com/
Data: 02/03/2012
13 de dez. de 2011
A aldeia global e o papel da mídia
Por José Paulo Grasso em 13/12/2011 na edição 672
Um dos pilares da democracia é a imprensa. Ela tem papel de destaque no desenvolvimento de qualquer economia, pendendo a ser livre e, principalmente, diversificada para que se possam ouvir as mais variadas correntes e com isso estabelecer um equilíbrio, em que a seriedade das propostas seja checada e a demagogia desmascarada. Quando este delicado equilíbrio é rompido o resultado é catastrófico. Como o que estamos vivendo.
Os profissionais da mídia estão descobrindo isso na pele porque a realidade hoje que se propaga é virtual, quando todos nós vivemos num mundo real em permanente choque com o anunciado pelos poderes públicos que investem fortunas em “comunicação”, para mascarar que não há um planejamento sério que vá redundar em resultados dignos. Mas como obrigá-los a serem produtivos se eles não são cobrados e ainda mantêm relações “supostamente” promíscuas com grupos que patrocinaram suas eleições?
É difícil trabalhar honestamente com bens públicos quando não se é fiscalizado pela mídia durante anos, a população é mantida apática quanto ao sistema decisório gerando uma impunidade que incentivou os partidos políticos a se aliarem a empresários para, novamente “supostamente”, assaltarem os cofres públicos como estamos observando, pasmos.
Averiguações abafadas
Uma das consequências disto para os profissionais de imprensa é a redução do mercado de trabalho e receitas redundantes desta alienação midiática que estamos sofrendo que se traduz numa imensa indiferença da população quanto ao seu futuro e, fundamentalmente, quanto aos valores éticos. Estamos condenando a população a desconhecer seus direitos e deveres para obter uma prática democrática sadia e seus benefícios. Temos de reagir e a mídia é o melhor canal para alavancar uma reação.
Como não nos manifestamos e a mídia, quando relata, não cobra providências, se tornou normal hoje em dia uma administração municipal deixar um hospital ruir para entregar emergencialmente obras de reforma no valor de R$ 16 milhões a um doador de campanha, sem licitação. Já a administração estadual do Rio dá exemplos sucessivos, sempre com a mesma empresa, e este é o RJ, um feudo repartido entre amigos, em que nós pagamos a conta, sorridentes. Não é possível que situações como estas continuem acontecendo na maior normalidade, pois essa impunidade estimula a ousadia a ser cada vez maior e, por isso, esse crescendo de escândalos, o que sempre acaba muito mal.
Fatos absurdamente desabonadores foram denunciados internacionalmente, somos motivos de pilhérias no exterior e nada se faz, porque a situação chegou num ponto tal, que determinados políticos não têm mais vergonha na cara, e mesmo com evidências fartas, os envolvidos tem a cara de pau de negarem tudo e só se afastarem quando seus próprios pares solicitam, mesmo assim com o intuito de se manter a boquinha do partido, com as tais porteiras fechadas. No Rio nada é investigado, mesmo quando aparecem sólidas denúncias com provas cabais. As averiguações são imediatamente abafadas, normalmente com mais investimentos na rubrica de comunicações como tem acontecido de forma recorrente. Mesmo em escândalos com mortes, como no caso do bondinho de Santa Tereza. O que foi apurado? Quais medidas foram tomadas? E olha que surgiram as mais díspares irregularidades!
Escândalo moral
Como é notório, a prefeitura do Rio de um ano para o outro aumentou seus gastos em comunicação em 9.000% e, uma matéria muito bem fundamentada sobre um escândalo nas ciclovias municipais, foi refeita na maior cara de pau, com testemunhos incríveis, desmentindo os anteriores. Mas, quando a relação é invertida, para fora do Rio, surpreendentemente são feitas reportagens que matam de inveja por não serem produzidas sobre nossos escândalos. Uma pena, não? Desperdiçar tanto talento e matéria-prima...
Dois bravos repórteres foram prospectar a Assembleia Legislativa do Rio e descobriram que é a campeã em gastos do Brasil, que esbanja R$ 1,9 milhão por dia útil. Ela não se ocupa da cidade, e sim, seus ocupantes usam a cidade descaradamente para se manterem no poder. Durante todo o exercício legislativo de 2010, sequer uma lei de relevância passara, entrementes eram concedidas uma homenagem a cada hora. Com o detalhe de que todas as exigências do executivo foram atendidas imediatamente quando sua função por definição é de ser um órgão legislativo da administração do município, uma assembleia que representa os interesses dos cidadãos aqui residentes, e que, portanto, deveria apresentar ou pelo menos tentar chegar a soluções para termos uma perspectiva crível de futuro pela frente, já que a cidade chegou ao fundo do poço exatamente por incúria administrativa.
Claro que esses dois repórteres não puderam apresentar a notícia assim, mas é isso que se lê nas entrelinhas. Voltamos ao tempo da ditadura, que temos que ler com cuidado e espremer para tirarmos a informação dos fatos apresentados! Ou comprar jornais paulistas.
É um escândalo moral sem precedentes e qual a reação a uma constatação dessas, que mostra que se depender dos nossos representantes legais, jamais teremos seriedade no trato da coisa pública e com isso direito a termos um futuro digno? O que fazer diante de uma comprovação dessas? Onde está a continuação dessa investigação jornalística que poderia render até um prêmio?
Por que não se revoltam?
Clique aqui e leia a reportagem por completo! (Pesquisar é Preciso)
Fonte: http://observatoriodaimprensa.com.br
Texto: José Paulo Grasso
Data: 13/12/2011 na edição 672
Republicado em: 13/12/2011
Hora:17:32
Um dos pilares da democracia é a imprensa. Ela tem papel de destaque no desenvolvimento de qualquer economia, pendendo a ser livre e, principalmente, diversificada para que se possam ouvir as mais variadas correntes e com isso estabelecer um equilíbrio, em que a seriedade das propostas seja checada e a demagogia desmascarada. Quando este delicado equilíbrio é rompido o resultado é catastrófico. Como o que estamos vivendo.
Os profissionais da mídia estão descobrindo isso na pele porque a realidade hoje que se propaga é virtual, quando todos nós vivemos num mundo real em permanente choque com o anunciado pelos poderes públicos que investem fortunas em “comunicação”, para mascarar que não há um planejamento sério que vá redundar em resultados dignos. Mas como obrigá-los a serem produtivos se eles não são cobrados e ainda mantêm relações “supostamente” promíscuas com grupos que patrocinaram suas eleições?
É difícil trabalhar honestamente com bens públicos quando não se é fiscalizado pela mídia durante anos, a população é mantida apática quanto ao sistema decisório gerando uma impunidade que incentivou os partidos políticos a se aliarem a empresários para, novamente “supostamente”, assaltarem os cofres públicos como estamos observando, pasmos.
Averiguações abafadas
Uma das consequências disto para os profissionais de imprensa é a redução do mercado de trabalho e receitas redundantes desta alienação midiática que estamos sofrendo que se traduz numa imensa indiferença da população quanto ao seu futuro e, fundamentalmente, quanto aos valores éticos. Estamos condenando a população a desconhecer seus direitos e deveres para obter uma prática democrática sadia e seus benefícios. Temos de reagir e a mídia é o melhor canal para alavancar uma reação.
Como não nos manifestamos e a mídia, quando relata, não cobra providências, se tornou normal hoje em dia uma administração municipal deixar um hospital ruir para entregar emergencialmente obras de reforma no valor de R$ 16 milhões a um doador de campanha, sem licitação. Já a administração estadual do Rio dá exemplos sucessivos, sempre com a mesma empresa, e este é o RJ, um feudo repartido entre amigos, em que nós pagamos a conta, sorridentes. Não é possível que situações como estas continuem acontecendo na maior normalidade, pois essa impunidade estimula a ousadia a ser cada vez maior e, por isso, esse crescendo de escândalos, o que sempre acaba muito mal.
Fatos absurdamente desabonadores foram denunciados internacionalmente, somos motivos de pilhérias no exterior e nada se faz, porque a situação chegou num ponto tal, que determinados políticos não têm mais vergonha na cara, e mesmo com evidências fartas, os envolvidos tem a cara de pau de negarem tudo e só se afastarem quando seus próprios pares solicitam, mesmo assim com o intuito de se manter a boquinha do partido, com as tais porteiras fechadas. No Rio nada é investigado, mesmo quando aparecem sólidas denúncias com provas cabais. As averiguações são imediatamente abafadas, normalmente com mais investimentos na rubrica de comunicações como tem acontecido de forma recorrente. Mesmo em escândalos com mortes, como no caso do bondinho de Santa Tereza. O que foi apurado? Quais medidas foram tomadas? E olha que surgiram as mais díspares irregularidades!
Escândalo moral
Como é notório, a prefeitura do Rio de um ano para o outro aumentou seus gastos em comunicação em 9.000% e, uma matéria muito bem fundamentada sobre um escândalo nas ciclovias municipais, foi refeita na maior cara de pau, com testemunhos incríveis, desmentindo os anteriores. Mas, quando a relação é invertida, para fora do Rio, surpreendentemente são feitas reportagens que matam de inveja por não serem produzidas sobre nossos escândalos. Uma pena, não? Desperdiçar tanto talento e matéria-prima...
Dois bravos repórteres foram prospectar a Assembleia Legislativa do Rio e descobriram que é a campeã em gastos do Brasil, que esbanja R$ 1,9 milhão por dia útil. Ela não se ocupa da cidade, e sim, seus ocupantes usam a cidade descaradamente para se manterem no poder. Durante todo o exercício legislativo de 2010, sequer uma lei de relevância passara, entrementes eram concedidas uma homenagem a cada hora. Com o detalhe de que todas as exigências do executivo foram atendidas imediatamente quando sua função por definição é de ser um órgão legislativo da administração do município, uma assembleia que representa os interesses dos cidadãos aqui residentes, e que, portanto, deveria apresentar ou pelo menos tentar chegar a soluções para termos uma perspectiva crível de futuro pela frente, já que a cidade chegou ao fundo do poço exatamente por incúria administrativa.
Claro que esses dois repórteres não puderam apresentar a notícia assim, mas é isso que se lê nas entrelinhas. Voltamos ao tempo da ditadura, que temos que ler com cuidado e espremer para tirarmos a informação dos fatos apresentados! Ou comprar jornais paulistas.
É um escândalo moral sem precedentes e qual a reação a uma constatação dessas, que mostra que se depender dos nossos representantes legais, jamais teremos seriedade no trato da coisa pública e com isso direito a termos um futuro digno? O que fazer diante de uma comprovação dessas? Onde está a continuação dessa investigação jornalística que poderia render até um prêmio?
Por que não se revoltam?
Clique aqui e leia a reportagem por completo! (Pesquisar é Preciso)
Fonte: http://observatoriodaimprensa.com.br
Texto: José Paulo Grasso
Data: 13/12/2011 na edição 672
Republicado em: 13/12/2011
Hora:17:32
19 de nov. de 2011
Este é um clipe do Ciclo do Amor
Este é um clipe do Ciclo do Amor * antes * Eu apliquei a correção de cores, efeitos de iluminação, e "aparência" geral do filme. Como você pode ver, é totalmente over-exposed, desaturated, e, bem, apenas ruim.
Na versão final, eu tentei usar a exposição sobre a minha vantagem, aplicando um visual "envelhecido", como filme de 16mm que foi em uma caixa de papelão dentro do armário nos últimos 25 anos. Azuis tendem a desaparecer antes de vermelhos e amarelos, daí olhar o laranja / rosada ao corte final.
Texto: Cat Marshall (Tradução)
Fonte: http://vimeo.com/
Video: http://vimeo.com/
Data: 19/11/211 - 20:45hs




